{"id":55,"date":"2019-10-03T11:02:23","date_gmt":"2019-10-03T11:02:23","guid":{"rendered":"https:\/\/inovep.pt\/plantas-aromaticas-medicinais\/?page_id=55"},"modified":"2019-10-10T22:21:50","modified_gmt":"2019-10-10T22:21:50","slug":"projeto","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/inovep.pt\/plantas-aromaticas-medicinais\/index.php\/projeto\/","title":{"rendered":"PROJETO"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"55\" class=\"elementor elementor-55\" data-elementor-settings=\"[]\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-inner\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-section-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-bb918b0 elementor-section-stretched elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"bb918b0\" data-element_type=\"section\" data-settings=\"{&quot;stretch_section&quot;:&quot;section-stretched&quot;,&quot;ekit_has_onepagescroll_dot&quot;:&quot;yes&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-row\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-9cacf88 elementor-hidden-tablet elementor-hidden-phone\" data-id=\"9cacf88\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-09bc7b0 animated-slow elementor-invisible elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"09bc7b0\" data-element_type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;_animation&quot;:&quot;fadeInLeft&quot;}\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-image\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img width=\"391\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/inovep.pt\/plantas-aromaticas-medicinais\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/teste-391x1024.png\" class=\"attachment-large size-large\" alt=\"\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/inovep.pt\/plantas-aromaticas-medicinais\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/teste-391x1024.png 391w, https:\/\/inovep.pt\/plantas-aromaticas-medicinais\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/teste-115x300.png 115w, https:\/\/inovep.pt\/plantas-aromaticas-medicinais\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/teste.png 479w\" sizes=\"(max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-66 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd8ffe3\" data-id=\"cd8ffe3\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fc73711 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fc73711\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">PROJETO<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8456eb4 animated-slow elementor-invisible elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"8456eb4\" data-element_type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;_animation&quot;:&quot;fadeInUp&quot;,&quot;_animation_delay&quot;:200}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\"><p>As ind\u00fastrias farmac\u00eautica e qu\u00edmica t\u00eam-se debatido, ao longo dos \u00faltimos anos, com a dificuldade de criar novos compostos terap\u00eauticos ou bioativos que possam ser utilizados pelos seus benef\u00edcios e de um modo seguro. As plantas, que foram inicialmente a grande fonte de compostos ativos, s\u00e3o hoje novamente encaradas como uma interessante forma de identifica\u00e7\u00e3o e isolamento de novas mol\u00e9culas ativas. <br \/>Por via do conhecimento do uso tradicional das plantas, \u00e9 poss\u00edvel relacionar o seu efeito terap\u00eautico com a a\u00e7\u00e3o farmacol\u00f3gica dos seus compostos ativos. O desenvolvimento de produtos cosm\u00e9ticos \u201cgreen\u201d, sem a adi\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas qu\u00edmicas sint\u00e9ticas, foi-se consolidando ao longo dos \u00faltimos anos, tendo a ind\u00fastria do sector identificado os extratos de plantas como alternativas naturais interessantes. No entanto, e embora seja globalmente emp\u00edrico que os produtos naturais s\u00e3o \u201cmais seguros\u201d, sabe-se hoje que muitos destes produtos provocam rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas e de toxicidade (efeitos indesej\u00e1veis e n\u00e3o ben\u00e9ficos causados no organismo), sendo por isso fundamental caracterizar a efic\u00e1cia e a seguran\u00e7a (indica\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00e3o em concentra\u00e7\u00f5es que n\u00e3o causam dano) dos extratos naturais, com vista \u00e0 sustenta\u00e7\u00e3o do desenvolvimento de produtos farmac\u00eauticos inovadores, eficazes e seguros.<\/p><p>Uma vez que os extratos de plantas re\u00fanem simultaneamente interesse como ingrediente cosm\u00e9tico e como ativo para o desenvolvimento de produtos farmac\u00eauticos seguros e de base natural, torna-se evidente a necessidade de avaliar eficazmente a sua bioatividade e seguran\u00e7a, cumprindo a legisla\u00e7\u00e3o em vigor e garantindo a seguran\u00e7a do utilizador, caracterizando o perfil qu\u00edmicos dos extratos de modo a poder relacionar a sua bioatividade com a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. Efetivamente, para al\u00e9m da sele\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie da planta \u00e9 importante garantir que o extrato obtido apresenta o perfil qu\u00edmico (quimiotipo) desejado (relacionado com a sua bioatividade) para o desenvolvimento de novos produtos farmac\u00eauticos. Sendo muito escassa a informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel sobre a seguran\u00e7a deste tipo de extratos, reconhece-se como urgente a caracteriza\u00e7\u00e3o laboratorial do seu perfil de seguran\u00e7a, com recurso ao uso de ensaios in vitro e in vivo em modelos n\u00e3o animais.<\/p><p>A estrat\u00e9gia definida neste projeto assente no plano de I&amp;D da empresa promotora para o pr\u00f3ximo quinqu\u00e9nio no que diz respeito ao desenvolvimento de produtos inovadores, ter\u00e1 tamb\u00e9m um impacto indireto no arrastamento do tecido empresarial da regi\u00e3o, que tem vindo ao longo dos \u00faltimos anos a ver nascer novas empresas familiares de produ\u00e7\u00e3o de plantas medicinais em condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o certificada. Esta evid\u00eancia da oportunidade de I&amp;D e empresarial em diferentes sectores, relacionada com as plantas arom\u00e1ticas e medicinais, justificou a cria\u00e7\u00e3o pelo Governo de Portugal, no corrente ano, de um centro de compet\u00eancias (o CC-PAMC) que visa exatamente catapultar a oferta portuguesa de plantas e extratos de plantas arom\u00e1ticas e medicinais orientada para um mercado internacional com base no conhecimento cient\u00edfico.<\/p><p>Assim, tamb\u00e9m os resultados destas atividades ser\u00e3o amplamente divulgados de modo a contribuir, n\u00e3o apenas para a sustentabilidade dos esfor\u00e7os envidados pelas 3 entidades deste projeto, como tamb\u00e9m, indiretamente contribuir para o efeito de arrastamento do tecido empresarial de empresas j\u00e1 existentes ou nascentes.<\/p><p>O projeto InovEP re\u00fane equipas de trabalho constitu\u00eddas por investigadores pertencentes aos sectores p\u00fablico e privado, fazendo convergir o setor empresarial com institui\u00e7\u00f5es do SCTN, apresentando-se como uma oportunidade de consolidar uma rede que j\u00e1 tinha tido oportunidade de realizar trabalho conjunto.<\/p><p>A estrutura criada neste cons\u00f3rcio e refor\u00e7ada pelos consultores cient\u00edficos nacionais e internacionais inclu\u00eddos no projeto, vem apoiar a estrat\u00e9gia de colmatar as debilidades identificadas na economia portuguesa no que diz respeito \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o entre empresas e entidades do sistema I&amp;I com transfer\u00eancia de tecnologia e conhecimento que tenham efeitos favor\u00e1veis na cadeia de valor de cria\u00e7\u00e3o de novos produtos numa din\u00e2mica de coopera\u00e7\u00e3o bem como de refor\u00e7o de competitividade e inser\u00e7\u00e3o internacional.<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PROJETO As ind\u00fastrias farmac\u00eautica e qu\u00edmica t\u00eam-se debatido, ao longo dos \u00faltimos anos, com a dificuldade de criar novos compostos terap\u00eauticos ou bioativos que possam ser utilizados pelos seus benef\u00edcios e de um modo seguro. 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